" [...] Mas e agora será que devo jogar tudo pelo mar a fora...?
Será que dá pra jogar e pro vento com o mar levar?
Não sei se fico, acho melhor ir embora, mas fica aqui em mim esse sentimento.
Posso respeitar e aceitar esse momento.
Agora sigo com o meu rumo na mão tentando não sofrer. E tudo fora mais que de repente. [...]"
Será que dá pra jogar e pro vento com o mar levar?
Não sei se fico, acho melhor ir embora, mas fica aqui em mim esse sentimento.
Posso respeitar e aceitar esse momento.
Agora sigo com o meu rumo na mão tentando não sofrer. E tudo fora mais que de repente. [...]"
Ontem enquanto eu assistia a mais um filme típico americano de quatro amigas inseparáveis, foi inevitável não lembrar de você e de tudo que vivemos, fui dando a cada uma um rosto e um nome, e por ultimo, veio o seu. Nem sei porque, lembrei de tudo que nos prometemos, das tardes vadiando na internet a procura de fotos fakes, das madrugadas que fingíamos não ter sono, dos planos para que você entrasse em forma, de tudo que já perdemos com esse descaso e essa total falta de maturidade.
Se te interessa, eu também não sei o que faço, não sei se fico aqui e te espero, ou se fujo e finjo que nunca te conheci, e que nunca amei você, e que o seu espaço no meu coração, por falta de explicação não foi preenchido por ninguém.
Eu não acho muito interessante abandonar tudo. Mas, sentar pra conversar não é uma atitude muito boa, como também tentar levar tudo como está não é a solução pra nada.
Eu tenho tanto pra te falar. . É uma pena esse mega espaço entre nós. Será ruim pra todo mundo uma reconstrução. Será ruim pra mim ficar sem uma pessoa especial. A gente deve superar. Tudo parece já estar resolvido.
E chove, chove tanto lá fora, que aqui dentro torna-se úmido a cada segundo. Fico andando pela casa, com uma xícara de chocolate quente na mão, olhando pela janela, esperando você me gritar. Mas você não grita.
Minha meia molha e eu olho ao meu derredor, meu quarto está uma zona. Lembro de você.
Cartões postais, canelas quebradas, xícaras e mais xícaras, o rádio ainda tocando a mesma música que tocava a 3 semanas atrás. E chove lá fora. Chove mesmo.
Nossa rua partida ao meio, as árvores caídas impedindo que nos vejamos, o barulho do vento fortíssimo, um frio, em vão, choro. Que tola !
O que estou fazendo aqui, escrevendo mais um texto sem sentido ?
O que estou fazendo aqui, escrevendo mais um texto sem sentido ?
Cind Jami (L
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